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sábado, 22 de janeiro de 2011

Oceanaway




Música nova da minha banda. Uma performance solo minha :)

Sobre corações partidos e distantes.


I’m climbing this mountain
But you’re an ocean away
I’m feeling exhausted
With so many to say
I’ve wondered around
All the lands of this world
But I’m still on the road
Still on the road alone


I claim for perfection
But I’m easy to please
I’ve done every thing
To set my mind at ease
I’ve ripped all your pictures
I found in my room
But I still feel blue
I still feel blue
Maybe that’s


Something I wanna tell you
Something I want you to know
It’s something I want to bury
But you're an ocean away
Now there's not much to say
Hope you phone me again
To say


"I’ve been overseas
But now I’m headed home
I’ve seen you in tears
For you feel so alone
I know it’s been hard
Cause I feel just the same
I feel we’re the same
I feel we’re the same
Whole soul"


I fantasy words
That you have never said
And remember the ones
That made me feel dead
I’m pulling my trigger
But I just can’t go on
I just can’t go on
I just can’t go on


And that’s something I wanna tell you
Something I want you to know
It’s something I want to bury
But you're an ocean away
You're an ocean away


And I fight to keep on going
And I fight to keep on

domingo, 9 de janeiro de 2011

No macio do travesseiro

Eu devo escrever pelo menos duas músicas por mês, mas muitas delas eu não chego nem a gravar a guia por vergonha ou acreditar que ela não seja boa o suficiente.

O que acontece é que eu gosto de deixar todas as minhas criações paradas até que eu me esqueça. Depois de algum tempo, eu retomo a composição e mudo as coisas que foram feitas "no calor do momento" e que soam como clichê, ou bregas demais. Nunca consegui sentar e escrever algo que achasse sensacional logo na primeira vez. Acho que a inspiração me deixa cafona e como eu falo muito de amor, esse é um risco que eu nunca gosto de correr.

Nunca começo pela letra, apesar de ter utilizado esse método por muito tempo. Na verdade, odeio criar letras, pois muitas vezes nem sei o que quero expressar. Normalmente, deito na cama com a guitarra e faço um brainstorm de acordes e arranjos. Enquando isso, murmuro alguns ritmos numa linguagem imaginária até que o verso venha na minha cabeça (em inglês, normalmente, é claro). Penso nas coisas que estão acontecendo comigo, que já passaram, que não aconteceram e que nunca vão acontecer. Pronto, nasce uma música.

Depois disso, é só usar meu aposentado gravador de jornalista para fazer as guias. Quando estou com paciência, faço tudo bonitinho no notebook, com mesa de som e tudo.

É claro que todo esse processo envolve uma série de fatores e pequenos paradigmas que eu aprendi e sigo para fazer uma boa música. No final, não sei se ficam boas, mas eu bem que tentei! 

Atualmente estou em processo de composição para o setlist do Folkelicious. Nossas músicas seguem aquela linha calminha da A Fine Frenzy e precisamos de sons mais agitados para nossos shows. É, estou tendo dificuldades...